terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

MEU FILHO KKKKKKKKKKK

CAPOEIRA DESDE PEQUENO
CAPOEIRA NÃO TEM IDADE

"É OU NÃO É
CAPOEIRA É PRA HOMEM
MENINO E MULHER"

PIADA DO DIA

Aquela mulher intragável discute com um dos seus colegas de trabalho:
- Se eu fosse sua mulher, colocaria formicida no seu café.
- Se eu fosse seu marido, beberia com o maior prazer!

Ronaldo revela hipotireoidismo e culpa dores por aposentadoria precoce aos 34 anos

O hipotireoidismo é a baixa produção de hormônios pela tireoide. Os principais sintomas são cansaço, depressão e ganho de peso. "Há quatro anos fiz um exame no Milan que constatou que eu tinha hipotireoidismo. Eu precisava tomar hormônios, mas não podia porque seria pego no doping. Alguns de vocês agora devem estar arrependidos de fazer tanta chacota com meu peso, mas não guardo mágoa. Só queria explicar isso no ultimo dia da minha carreira", disse Ronaldo.
Além do hipotireoidismo, Ronaldo também culpou as dores para antecipar a decisão de pendurar a chuteira. "Na quinta-feira (dia que decidiu a parar) as dores me consumiam. Eu perdi para o meu corpo. Esse é o momento de parar", reconheceu Ronaldo. "Eu sinto dor ao subir uma escada. E no meu prédio nem tem elevador", completou.
O fracasso na Copa Libertadores - derrota por 2 a 0 para o Deportes Tolima, na Colômbia - foi a última aparição do craque como jogador profissional. E apesar dos protestos de parte da torcida do Corinthians, o atacante disse que terá sempre um carinho especial pelo clube e pediu desculpas por não ter conquistado o título da Libertadores.
“Em algumas vezes em outras entrevistas eu falei que...que...não imaginava realmente ter vivido sem o Corinthians...quero agradecer ao presidente e pedir desculpas publicamente por ter fracassado no projeto Libertadores, dizer que você é meu irmão, que a historia foi linda aqui, maravilhosa, que continuarei vinculado ao clube da maneira que você quiser”, disse Ronaldo.
O início de Ronaldo no futebol aconteceu no São Cristóvão, clube do Rio de Janeiro. Em 1993, ele foi contratado pelo Cruzeiro por irrisórios US$ 10 mil (hoje R$ 17 mil), onde estreou como profissional. Em 44 partidas na equipe mineira, anotou 44 gols.
O surgimento meteórico rendeu ao promissor atacante, aos 17 anos, a convocação por Carlos Alberto Parreira para a Copa do Mundo de 1994. Do banco de reservas, ele participou da conquista do tetracampeonato mundial.
A entrada no milionário futebol europeu ocorreu pela Holanda, no PSV Eindhoven, onde marcou 54 gols em 57 jogos.
Em 1996, o brasileiro foi vendido ao Barcelona por US$ 20 milhões. Na temporada 1996-1997, fez 47 gols em 49 partidas e ganhou o apelido de Fenômeno.
Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 1996 e 97, Ronaldo se transferiu para a Internazionale, de Milão, por US$ 36 milhões.
Na Copa do Mundo de 1998, balançou as redes quatro vezes, porém o que entrou para a história foi o mal-estar que ele sofreu na véspera da decisão com a França, quando foi levado às pressas ao hospital. Participou da final, mas pouco fez.
Na Itália manteve a alta média de gols (99 em 59 exibições), porém começou a conviver com as lesões no joelho. Foram duas consecutivas e cerca de 20 meses longe da bola.
Foi para o Mundial de 2002 sob a desconfiança de parte da torcida e da imprensa. Brilhou, foi o artilheiro com oito gols e voltou a ser o melhor do mundo no final do ano.
O sucesso no Japão e na Coreia do Sul fez com que o Real Madrid o contratasse por US$ 45 milhões. Entre 2002 e 2007, marcou 104 gols em 177 jogos na Espanha.

TODOS CONTRA A DENGUE

O Ministério da Saúde começa a veicular esta semana novas propagandas informativas sobre a dengue. Nelas, o ator José de Abreu vai orientar o público sobre como prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

José de Abreu espera que as peças publicitárias a serem veiculadas no rádio e na TV mobilizem a população a agir unida no combate à dengue: "Acho que todo mundo já sabe o que não se deve fazer para evitar a dengue. Não deixar água parada, não deixar pneu, ter cuidados quando for aguar as plantas, colocar areia debaixo do vasinho. Cuidar! Água parada nunca. Pra gente poder vencer a dengue. O governo sozinho pode muito, mas não pode tudo. Quem pode tudo somos nós, os cidadãos brasileiros, juntos com o governo”. O ator não cobrou cachê para participar da campanha.

Salvador tem oito salva-vidas mulheres na orla; a praia agradece

Dorival Caymmi só cantou a doçura de se morrer nas ondas verdes do mar porque não conheceu uma das oito salva-vidas que guardam as praias soteropolitanas. Do contrário, ele preferiria cair nos braços de Edvânia, Ane ou Rosa Maria do que nos de Iemanjá.

Das dez profissionais que atuam no Grupamento Marítimo (Gmar), ligado ao Corpo de Bombeiros, e na Coordenadoria de Salvamento Marítimo de Salvador (Salvamar), da prefeitura, oito atuam diretamente na orla da capital.
Na labuta praiana, regada a muito sol, protetor solar e salitre, elas ficam praticamente escondidas entre os 116 colegas homens, espalhados diariamente por 58 postos entre as praias da Ribeira e Ipitanga. O total de funcionários da Salvamar é de 270 salva-vidas. O Gmar conta com 143.
Salvamento Os banhistas que já se engasgaram com um caldo bem grosso das águas salgadas de Piatã ou Jaguaribe provavelmente saíram do sufoco nos braços de Edvânia Fernandes, 26 anos. As duas praias são as mais perigosas dos 17,5 quilômetros de litoral entre Jardim de Alá e Aleluia - além das ilhas de Maré e dos Frades -, responsabilidade exclusiva da Salvamar. Dos 1.291 afogamentos registrados em 2010, 186 foram em Jaguaribe e 128 em Piatã. O Gmar fica com os 75 quilômetros entre a Ribeira e Ipitanga, excluindo a área da Salvamar.
Como a batalha contra Iemanjá é dura, Edvânia pratica natação e corrida em areia fofa duas horas por dia, seis vezes por semana - com esse preparo, ela já fez a travessia Salvador Mar Grande, de 12 quilômetros, oito vezes.
A atenção no vai e vem das ondas e no furdunço dos banhistas só é quebrada quando o álcool solta a língua dos gaiatos. “Já ouvi de tudo, até dos colegas. Já me disseram ‘Tô indo me afogar, você me salva?’, pagaram lanche... Até uma menina me disse que ia se afogar para eu beijar a boca dela”, lembrou.
Como a estudante do 5º semestre de Educação Física já tem namorado  e não dá trela, a resistência deixa os artistas da sedução mais dramáticos. “Muitos entram na água e fingem que estão se afogando. Mas a gente consegue reconhecer quando é mentira”, afirmou.
 
Vergonha A desenvoltura dos don juans de sunga acaba junto com as forças para resistir à força da maré. Quando estão se afogando, e finalmente podem ser salvos por uma mulher, a vergonha é pior do que a falta de ar.
“Basta pisar na areia que o cara se solta da gente e sai correndo para ninguém ver que foi salvo por uma mulher”, disse a salva-vida da Salvamar Ane Costa, 26 anos.
A macheza chega ao ponto de a vítima negar a necessidade de  ajuda quando é abordada pela salva-vidas. “Tem homem que diz para a gente voltar e fala que está tudo bem. Mas logo eles notam que precisam de ajuda e deixam a gente trabalhar”, explicou. Em agosto de 2010, Ane rompeu o tendão do ombro esquerdo, devido à sobrecarga de exercícios, e só volta às praias em junho.
A tenente do Gmar Rosa Maria de Castro, 41, que trabalha na praia de Itapuã, tem uma receita para quem tenta lhe engabelar: o caldinho da humildade. “Quando não deixam a gente ajudar, basta esperar eles engolirem um pouco mais de água para nos deixarem trabalhar”, brincou.
Há 10 anos, Rosa era uma pessoa bem diferente - pesava 95 quilos, fumava e só corria para fugir dos exercícios. Mas um dia resolveu mudar. “Olhei no espelho, vi que tinha um limão e fui fazer minha limonada - só que com adoçante”, disse.  
Há seis anos no Gmar, Rosa se libertou de 35 quilos e virou triatleta. Malha 4 horas por dia, seis dias por semana, nada, corre e anda de bicicleta.
Ao contrário das salva-vidas do Salvamar, que acharam os colegas meio ressabiados quando as mulheres invadiram a praia, a tenente negou ser alvo de preconceito. “Em toda a carreira, nunca sofri preconceito, porque eu meto a mão, boto pra lenhá, caio pá dento mermo”, disparou.
Quando um engraçadinho procura galinhagem, Rosa se transforma em avestruz. “O assédio existe, mas eu dou uma de avestruz, boto a cabeça no buraco, finjo que não ouço”. Agora, se o cabra insistir em cantar de galo no terreiro, a tenente o leva para piar na delegacia - como o Gmar é ligado ao Corpo de Bombeiros, os integrantes são militares.
Treinos são puxadosPara se tornar salva-vidas, tem que ter muito peito, pernas e braços. O teste físico começa com uma corrida de 3,2 quilômetros, que deve ser feita em 13 minutos. Depois, é hora de cair na piscina. A primeira etapa na água é nadar 100 metros em 1 minuto e 20 segundos.
As fases anteriores servem para avaliar o condicionamento. A segunda é nadar 200 metros, com três quilos de chumbo amarrados no corpo, em 3 minutos e 30 segundos - o objetivo é simular o peso da vítima durante um resgate. Segundo o chefe do setor de treinamentos, o salva-vidas Glauco Bastos, essa prova mostra se a concorrente sabe mesmo nadar. Depois, é hora de testar o pulmão. Primeiro, o candidato nada 25 metros, submerso, sem poder subir para respirar. A fase seguinte é a apneia - passar 45 segundos debaixo d'água sem respirar.
A prova é para o concorrente mostrar se é capaz de fazer resgate em grandes profundidades. A última etapa é boiar, com a água na altura do peito e apenas com o movimento das pernas, por cinco minutos. Os braços devem ficar na superfície. O objetivo  é saber se o candidato consegue boiar com a mãos livres, para poder dar os primeiros socorros à vítima dentro d'água.
1ª salva-vidas hoje joga polo nos EUARosana Andrade vivia sem grandes preocupações seus 21 anos quando um grupo de bombeiros chegou à faculdade de educação física da Universidade Católica de Salvador, onde estudava.
Eles queriam chamar jovens para formar um grupo de salva-vidas - ligado ao Corpo de Bombeiros -, que seria batizado Coordenadoria de Salvamento Marítimo de Salvador (Salvamar).

Em 1981, Rosana se tornou a primeira mulher salva-vidas de Salvador.  Após seis meses trabalhando nas praias, ela deixou o grupo, que só teria a existência oficializada, por decreto do prefeito Manoel Castro, em novembro de 1983. Ela trocou as praias de Salvador pelas piscinas do Texas, nos Estados Unidos. Hoje, aos 50 anos, ela é ainda jogadora de polo aquático e trabalha como salva-vidas nos EUA.

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